Mostrando postagens com marcador Meio Ambiente. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Meio Ambiente. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 21 de março de 2013

"A natureza é nossa aliada"






"A natureza é nossa aliada"


A escritora do livro "O Chamado da Árvore", Dorothy Maclean defende isso e vai além: 

em suas meditações, acabou se conectando tanto com as plantas que se tornou intérprete delas.

“A mensagem das árvores é para que os seres humanos descubram
a totalidade e o amor que estão dentro deles e ajam de acordo com isso.”

A história de Dorothy como parceira da natureza tem vários capítulos.
Ela foi co-fundadora, em 1962, de Findhorn, uma ecovila (ou comunidade ecológica) pioneira, 

no norte da Escócia. Ali, lançou as bases de um trabalho, integrando humanidade e natureza,
que alcançou o coração de pessoas do mundo inteiro interessadas em garantir o desenvolvimento sustentável.


O conteúdo do livro que lançou é a coroação desse trabalho e apresenta as árvores sobre 

uma perspectiva incomum. Dorothy é uma ambientalista e também é uma sensitiva. 

Há mais de 40 anos faz exercícios diários de meditação em busca de respostas para o 

propósito da vida. Nesse caminho, sua conexão com a natureza se tornou cada vez mais forte.
Até um dia em que descobriu sua missão na Terra e atribuiu essa intuição
ao contato com as árvores. Começou a ir para perto delas com seu caderno
e anotar mensagens que recebia durante suas meditações.
O livro é um compêndio desses delicados momentos e sugere como enfrentar
o período desafiador em que vivemos.

“Nossas escolhas individuais afetam o planeta inteiro”, ensina Dorothy.

“Como fazer com que elas se apóiem em uma visão cooperativa?”
Como resposta, a autora ouviu uma mensagem, como se as árvores falassem:

“Torne-se o que você na verdade é:
um ser criativo e amoroso. Use esse critério em todos os atos, escolha amar
o que você faz, amar o que você é, amar os seus semelhantes.
Realmente tente fazê-lo, encare o que você não gosta em si mesmo e ame isso.
É simples, mas não fácil. Entretanto, pode-se superar esse obstáculo com o ato
de se encostar em uma árvore e sentir a paciência e a constância que ela é capaz
de transmitir, restaurando essas qualidades em nós”.

A escritora explica como faz para se comunicar com a inteligência das plantas,
que ela chama de anjos.

 “Todos nós temos a capacidade de entender a natureza.
É um exercício de amor.”


“Não é suficiente reflorestar a Terra porque as árvores novas não são capazes
de realizar a tarefa de transmutar as energias nocivas que circulam pelo mundo”,
frisa Dorothy. Segundo ela, as árvores antigas clamam:

“Vocês precisam de nós para o equilíbrio, a paz e a estabilidade.
Se houver escassez de árvores grandes, a paz e a estabilidade da humanidade 

serão afetadas porque somos Um”.

Outra mensagem que recebeu em uma meditação na natureza foi
que as árvores trazem a beleza do infinito ao planeta. Incorporam força,
estabilidade e perenidade.

Em seus relatos, a autora descreve a seguinte frase das árvores: 


“Se a humanidade quiser ter força física, o que é necessário para funcionar
nessa Terra, é preciso que as árvores permaneçam em grande quantidade.
Isso é fundamental não apenas para a respiração do planeta, mas para a saúde
da humanidade, que poderá perder a si mesma, a menos que permaneçamos”.

“Quando as pessoas plantam, sua vida se enriquece além de qualquer expectativa porque comunidades inteiras de árvores irradiam gratidão e retribuem o amor
que lhes é dedicado”, continua esta verdadeira adoradora da natureza.

Fonte: Revista Bons Fluidos – 10/2008



Preserve o Meio Ambiente!
Bom para o Planeta,melhor para Voce! 
 

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Temperatura na Antártida sobe mais que a média global





 O oeste da Antártida está esquentando em um ritmo que é o dobro do estimado anteriormente, segundo estudo publicado  na "Nature Geoscience".

A média anual de temperaturas na estação de pesquisa Byrd, no oeste do continente, aumentou 2,4 º C desde a década de 1950, um dos crescimentos mais rápidos do planeta e três vezes mais veloz que a média global, segundo a pesquisa.


O achado dá força ao temor de que a camada de gelo esteja sujeita a derretimento. O oeste da Antártida contém gelo suficiente para aumentar o nível do mar em 3,3 metros se um dia derretesse, um processo que pode levar séculos.

"A porção ocidental da camada de gelo está sofrendo quase o dobro do aquecimento estimado antes", diz nota publicada pela Universidade Ohio State sobre o estudo liderado pelo professor de geografia David Bromwich.

Segundo a universidade, o aquecimento levanta preocupação sobre a contribuição futura da Antártida no aumento do nível do mar. No último século, os oceanos avançaram cerca de 20 cm.

Um painel de especialistas da ONU prevê que o nível do mar aumentará entre 18 e 59 cm neste século ou até mais, caso o degelo da Groenlândia e da Antártida se acelere.

GELEIRAS

O aumento nas temperaturas no oeste do continente é comparável ao que ocorreu na península Antártica, ao norte. Muitas plataformas de gelo entraram em colapso ao redor da Antártida nos últimos anos e, uma vez que as plataformas se quebram, as geleiras por trás sofrem deslizamentos mais rápido, aumentando o nível do mar.

Os cientistas dizem que já houve um derretimento esparso das camadas de gelo no oeste do continente em 2005.

"Um aumento contínuo das temperaturas no verão poderia levar a episódios de derretimento mais extensos e frequentes", dizem os pesquisadores, que refizeram o registro de temperatura no oeste da Antártida desde 1958, com a ajuda de simulações feitas por computador.

Fonte: Reuters via Folha de S.Paulo


Uma boa ocasião para refletirmos sobre o quanto estamos sendo responsáveis
 por este aquecimento global, quando não reciclamos o lixo, não contribuimos com a camada de Ozônio,evitando o uso de aerosóis e outros entraves cotidianosque deixamos passar ao largo ,
sem prestar atenção aos nossos hábitos diários de vida moderna e os  danos que estes atos
inconscientes podem causar ao meio ambiente e planeta em que vivemos..
fica aqui uma pausa para posterior reflexão...

Abraços Cordiais,

Edna MarS

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Pesquisador alerta para ameaca de extinção de um dos menores golfinhos do mundo



Toninhas:
 Pesquisador alerta para ameaca de extinção de um dos menores golfinhos do mundo

Cetáceo encontrado na América do Sul, a toninha está em risco de extinção, além de bastante ameaçada pela pesca de emalhe – modalidade feita com as chamadas redes de pesca passivas, nas quais os animais ficam presos em suas malhas devido ao seu próprio movimento. O alerta é do pesquisador do Laboratório de Mamíferos Marinhos da Universidade Federal do Rio Grande (UFRG), Emanuel Carvalho Ferreira.

“A pescaria de emalhe é o que mais afeta e põe em risco esse animal. A toninha é uma espécie costeira que habita águas rasas e, muitas vezes, as áreas de pesca sobrepõem com as de ocorrência da toninha”. O cetáceo é uma das menores espécies de golfinho do mundo e pode ser encontrado em águas de até cerca de 35 metros de profundidade, da costa do Espírito Santo à Argentina. O animal tem coloração parda-marrom, bico comprido e mede entre 1,30 e 1,70 metro.

A pesca de emalhe acaba levando à captura acidental e à morte de quase mil toninhas por ano, somente no Rio Grande do Sul, disse o pesquisador . Ele é autor da pesquisa A Mortalidade de Toninhas nas Pescarias de Emalhe na Costa Sul do Rio Grande do Sul. O estudo constatou que, se fosse proibida a pesca em águas consideradas rasas, a área de proteção ambiental poderia diminuir em até 75% a captura desses animais. Ferreira explicou que a pescaria de emalhe vai de 5 a 150 metros de profundidade. “É uma pescaria direcionada para peixes de fundo”.

A pesca de emalhe é denominada passiva porque a rede é deixada na água por algumas horas antes de ser recolhida. “Hoje em dia o problema é com o tamanho das redes”, disse o pesquisador. Até pouco tempo encontravam-se redes com até 35 quilômetros de extensão. “Uma rede com 35 quilômetros de extensão deixada no mar por seis a oito horas, vira uma barreira não só para a toninha, mas para qualquer espécie de vida marinha que pode ser capturada pela pesca”.




Ferreira quer sensibilizar as autoridades governamentais para que delimitem a pesca de emalhe somente para águas profundas e que as redes atinjam o tamanho de 7,5 quilômetros de extensão, fixado como preferencial para essa prática no Plano Nacional para a Conservação da Toninha, elaborado pelo Ministério do Meio Ambiente e pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

No ano passado saiu a regulamentação desse tipo de pesca. A norma estabelece o escalonamento do tamanho das redes. Enquanto na costa do Rio Grande do Sul, as embarcações grandes não podem levar redes com mais de 16 quilômetros, em outros estados, como Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e Santa Catarina, são permitidas redes com até 18 quilômetros de extensão.

“É preciso diminuir mais”, disse Ferreira. Para ele, o escalonamento é um ponto de partida, embora o ideal, preconizado no Plano Nacional para a Conservação da Toninha, sejam redes com até 7,5 quilômetros. O plano determina que o tamanho das redes diminua de forma gradual ao longo dos anos. Ferreira defende que isso ocorra com urgência, uma vez que essa modalidade de pesca não ameaça somente a toninha.

“Atinge espécies de tartarugas, algumas aves e espécies de tubarões ameaçados de extinção, que se reproduzem em regiões rasas”. É o caso do tubarão-cação anjo, cuja captura comercial já está proibida. Se a pesca for proibida nessas regiões, o pesquisador acredita que o ecossistema marinho será preservado.



Fonte: Agencia Brasil

Veja Também:

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Edna MarS"