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quinta-feira, 25 de julho de 2013

Artigo Otimista



Olá! Pessoal!
Em meio às novidades políticas,manifestações e seus atos públicos, vinda do Papa Francisco ao Brasil e movimentos pela juventude e afins, abstive-me de qualquer cometário precedente e observando melhor o contexto evolutivo dos fatos da atualidade e realidade brasileiras, achei oportuno este digníssimo comentário da Coluna do Estadã, no qual ,Arnaldo Jabor tece considerações onde concordo com a citação muito bem lembrada e representada do refrão de uma musica de "Cazuza" em que as idéias já não correspondem mais aos fatos... Confira a seguir:


"ARTIGO OTIMISTA"
por ARNALDO JABOR - O Estado de S.Paulo

"As ideias não correspondem mais aos fatos", cantou Cazuza, há 25 anos. Adoro essa frase. Os fatos de hoje são muito mais complexos do que as interpretações que eram disponíveis, entre progressistas e reacionários.

Os jovens do Movimento que começou em junho trazem para o País um novo estilo de contestação, típico do século 21 - uma contestação pontual, sem "projeto de nação ou de sociedade". É isso.

Não vivemos diante de "acontecimentos", mas só de incertezas, de "não acontecimentos". Na mídia, só vemos narrativas de fracassos, de impunidades, de "quase vitorias", de derrotas diante do Mal, do bruto e do escroto.

O mundo está pirado. Essa perplexidade provoca a busca de novos procedimentos, de novas ideologias, de uma análise mais cética diante de velhas certezas. O importante nessas novas manifestações é que elas (graças a Deus) não querem explicar a complexidade do mundo com umas poucas causas em que se trancam os fatos.

Na tradição do "ideologismo" brasileiro entranhado nas mentes, a ideia de complexidade é vista como "frescura" - macho mesmo seria simplista, radical, totalizante. Mas, no mundo atual, a inovação está justamente no parcial, no pensamento indutivo, em descobrir o Mal entranhado em aparências de Bem.

A ideia de uma solução "geral", "total" para o crescimento da economia brasileira é a herança dos velhos tempos da esquerda centralizadora. Para haver progresso, há que esquecer "planos" ou algo assim; temos de abandonar a ideia de uma política central, como nos planos quinquenais da URSS ou nos "saltos para a frente" da China de Mao. Somente uma política econômica indutiva, descentrada e pragmática, com mudança possíveis, pode ir formando um tecido de parcialidades que acabem por mudar o conjunto. É isso que os jovens propõem.

A chave é: "ações indutivas", conceito que é a fobia do pensamento filosófico de tradição europeia, continental. Bom mesmo sempre foi um doce silogismo aristotélico, com premissas e conclusão. Ou então uma boa causa universal que abranja tudo, o todo, o uno, do qual se deduz o particular. É uma herança da religião e do mito. Já o pensamento pragmático tem uma tradição mais anglo-saxônica (Hume, Locke, J.S. Mill), principalmente Francis Bacon e depois William James. Não é por acaso que o pensamento pragmático nas ciências e na filosofia aceleraram muito mais o progresso, saído de dentro do ventre da revolução comercial e conceitual inglesa. Esta, sim, foi a nascente do moderno pensamento filosófico e político. Suas ideias regeram o ritmo do capitalismo e dominaram o mundo.

O abstrato e ibérico vicio da "dedução" generalizante nos leva a uma paralisia, diminui a imaginação, a coragem de experimentar. Uma ideologia em bloco amarra uma coisa na outra, quer empacotar todas as particularidades num saco fechado, em uma "contradição fundamental" que explique tudo.

Essa é a razão pela qual, na historia brasileira, o acaso e a invasão de fatos inesperados do exterior tenham provocado mais avanços modernizadores do que políticas inúteis e utópicas de governos brasileiros - a crise de 29 e a revolução de 30, a queda do muro de Berlim, a grande revolução digital que bota as multidões na rua.

A chamada globalização da economia é um bonde carregado de problemas? Sim. Pode nos jogar num vazio de excluídos? Pode. Mas teve a vantagem de nos botar em contato com um pensamento mais livre. Isso foi a maior novidade: abandonar o simplismo totalizante e paranoico da tradição do marxismo vulgar que nossa esquerda adotou. A globalização rompeu as paredes da "taba" imaginária em que vivíamos. Eu tinha um orientador comunista que dizia que tudo era culpa do "imperialismo americano". Nós éramos vira-latas tupiniquins à mercê do temível mundo externo. Hoje sabemos que a causa de nossa miséria somos nós mesmos.

O apagamento de fronteiras culturais com o mundo nos tirou de um sonho de futuro e nos colocou mais no presente.

Não há mais futuro; só um enorme presente se processando. Um maior contato com métodos de gestão anglo-saxônicas trouxe dinamismo para empresas aqui, com uma nova ética administrativa.

Alias, a própria quebra do Estado brasileiro, nos anos 80, foi ruim e boa. Deu-nos uma orfandade dolorosa diante do gigante quebrado, mas criou mais autonomia para a sociedade civil e mais criatividade para empresas privadas. Deixou claro que o Estado tem de existir para a sociedade e não o contrario, como insistem os velhos comunas e alguns jornalistas que viraram "de esquerda" depois que a ditadura acabou, quando não havia mais perigo.

Essa orfandade nos despertou para a importância da competência contra o delírio utópico, apesar de filósofos desconfiarem que "competência técnica" pode ocultar "direitismo", tudo por causa de um velho artigo do Heidegger sobre a "técnica".

Muito mais importante que lamentar a pobreza é descobrir formas de combatê-la, muito além do Bolsa Família, a doce e inútil caridade (se a inflação voltar, haverá correção monetária para o Bolsa?). Há grande distância entre diagnóstico e solução. Muitos se contentam com o apontamento deprimido dos problemas, como se consequências fossem causas.

Melhoramos muito com a ideia do "possível", em vez da bravata das utopias. E isso não é covardia ou omissão; é sabedoria e prudência.

A tal "mão invisível" do mercado pode nos dar bananas, claro, mas "mercado" pode ser um termômetro dos perigos de gestões voluntaristas como temos hoje no Brasil e pode questionar certezas burras e relativizar um poder público que tende para o autoritarismo. Mudar o País tem de ser por dentro, e não uma intervenção mágica ou ditatorial.

A democracia brasileira, se for mantida, vai expelindo os micróbios que a atacam.

Por isso, neste artigo cabeça há esperança e otimismo. Muitas novidades que nos parecem detestáveis podem estar trazendo novos conceitos operadores que ajudarão a modernizar o País.

Fonte: Estadão.com.br





sexta-feira, 21 de junho de 2013

Brasil!Mostra a tua Cara!




A voz do Povo é a voz de Deus..
 

Se em tempos de crise e manifestações de ordem geral pela insatisfação da precariedade em termos de saúde,educação,transportes públicos,impunidades políticas entre outros,casualmente coincidindo com os recursos cedidos às comemorações pelas festividades da Copa das Confederações, chegou a vez dos brasileiros fazerem jus à democracia a que o nosso país tem direito!

As últimas manifestações políticas no Brasil:
vamos conseguir?


Manifestações são necessárias para a construção da vida política de um povo. As manifestações políticas no Brasil desprezam a participação dos partidos políticos, uma vez que estes estão diretamente envolvidos na maior parte dos escândalos que gera manifestação pública.

Alguns acontecimentos têm mobilizado a sociedade para revelar seu descontentamento através de manifestações

O poder de mobilização viabilizado pelas redes sociais na internet é uma tendência mundial. Apenas como exemplo, temos as manifestações políticas articuladas desde o final de 2010 – então chamadas de Primavera Árabe. Como se sabe, a organização e a manifestação da sociedade civil são fundamentais para a construção de uma vida política ativa de um país, de um povo, e dessa forma, têm promovido transformações consideráveis como a queda de ditadores.

No Brasil, atualmente, a despeito de não vivermos as mesmas condições políticas que esses países do Oriente, deparamo-nos constantemente com casos de corrupção e de má gestão da coisa pública. Tais acontecimentos também têm mobilizado a sociedade para revelar seu descontentamento através de manifestações.

Mas qual a diferença entre as manifestações da Primavera Árabe e as que ocorrem na sociedade brasileira? A intensidade. A exemplo do que ocorreu no Egito, o que se tem é um movimento que ganha as ruas de forma intensa, dias a fio, até mesmo com enfrentamentos contra o Estado, representado em suas forças policiais. No Brasil, porém, muito se limita ao âmbito da internet e das manifestações com dia e hora marcada, como se viu no último feriado de 07 de Setembro, dia de comemoração da Independência Nacional.

Além disso, outra questão muito curiosa pode suscitar um debate acerca da natureza dessas manifestações brasileiras. Seus organizadores expressam claramente o repúdio à participação de partidos políticos, admitindo apenas – como se viu em setembro de 2011 – organizações e instituições como a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) e a ABI (Associação Brasileira de Imprensa).

Mas seria possível promover mudanças na política nacional sem os próprios mecanismos inerentes à democracia? Logo, tomando como base a fala dos que diziam que os partidos políticos deveriam ficar fora dessa manifestação, não estaríamos diante de uma contradição?

Até que ponto essas manifestações – como as que ocorreram no Brasil em 2011 – efetivamente surtem resultado? Maurice Duverge, em seu livro Os Partidos Políticos (1980), já fazia esta mesma indagação aqui colocada: “Seria, no entanto, satisfatório um regime sem partidos? Eis a verdadeira questão [...]. Seria a liberdade melhor preservada se o Governo tivesse ante si, apenas, indivíduos esparsos, não coligados em formações políticas?” (DUVERGER, 1980, p.456).

Na verdade, tal autor colocava essa pergunta para reafirmar seu argumento a favor da existência dos partidos. Tomando os preceitos clássicos da Ciência Política, sabemos que partidos políticos seriam os responsáveis pela viabilização dessa participação social, servindo como canais entre o Estado constituído e a Sociedade Civil. Também segundo esse autor (1980, p. 459), “historicamente, os partidos nasceram quando as massas populares começaram a entrar, realmente, na vida política [...]. Os partidos são sempre mais desenvolvidos à esquerda que à direita. Suprimi-los seria, para a direita, um meio admirável de paralisar a esquerda”.

 Em linhas gerais, o autor sugere que a supressão dos partidos poderia fortalecer os interesses das elites (segundo a citação, a direita), de uma oligarquia, uma vez que os partidos garantiriam minimamente – pelo menos em tese – um equilíbrio no pleito político entre classes e grupos que compõem a sociedade. Considerando que vivemos numa democracia indireta (na qual elegemos nossos representantes para assumirem os cargos públicos e assim não participamos diretamente da discussão sobre as leis, por exemplo), os partidos tornam-se fundamentais.

Mas, no Brasil, a descrença e a falta de confiança nas instituições democráticas seriam a base do argumento que rechaça a participação de partidos políticos em manifestações mais recentes na história nacional. Ainda conforme Duverger, “a democracia não está ameaçada pelo regime dos partidos, mas pelo rumo contemporâneo das suas estruturas internas” (ibidem, p. 459), as quais muitas vezes estão comprometidas com interesses alheios aos dos militantes ou da própria população. Tais estruturas estão comprometidas apenas com aquilo que diz respeito aos planos de uma elite dirigente desses mesmos partidos.

Diante dessa constatação, embora o livro citado seja uma obra da década de 1950, ainda guarda certa atualidade. Portanto, esse desvirtuamento das funções dos partidos e das funções de seus representantes que ocupam cargos públicos (deputados, senadores, entre outros) seria o motivo pelo qual o brasileiro e a sociedade em geral teriam perdido sua confiança.

Contudo, tentando-se aqui promover um olhar mais crítico acerca dessas manifestações, se por um lado é inegável a importância da mobilização da sociedade, por outro, sua permanência, intensidade e articulação (para que por meio de partidos suas reivindicações sejam discutidas em plenário) são aspectos fundamentais. Mesmo uma situação de revolução social requer um grau de maior organização e militância política que vai além de rompantes de indignação e revolta, isto é, mesmo a mudança radical de um regime só pode ser fruto de um processo articulado, coeso, efetivo, como se viu em países como o Egito e a Líbia.

Não se pode negar a importância das redes sociais para a finalidade política, nem tão pouco da realidade de reprovação da sociedade brasileira com tantos escândalos nas mais diferentes esferas e instituições do Poder Público. Porém, daí a pensar que tais manifestações esporádicas possuem peso para promover mudanças radicais na política talvez seja um pouco arriscado, ainda mais quando se esvaziam da possibilidade da participação de partidos políticos. Se por um lado esses são sinais de mudança em relação ao comportamento político do cidadão brasileiro, pelo outro, infelizmente, ainda prevalece o cenário de apatia política generalizada.

É preciso dizer que a opinião pública e as organizações por meio de novos veículos de comunicação têm sim um peso fundamental em uma democracia, mas deve-se lançar mão das instituições democráticas para se alcançar mudanças legítimas e eficazes. Basta pensar na forma como a lei da “Ficha limpa” teve origem por meio da reivindicação de uma organização não governamental, mas apenas ganhou efetividade após ser adotada e defendida como proposta por representantes legítimos no regime democrático. Assim, dizer que os partidos políticos não servem para a política é algo tão problemático quanto propor o fim do congresso ou do senado brasileiros por conta de seus históricos marcados por casos de corrupção.

Não se trata de jogar no lixo conquistas históricas para a sociedade brasileira, mas sim repensar o seu comportamento e engajamento políticos quando das eleições. Analisar o candidato, o partido, assim como acompanhar seu trabalho frente ao cargo ao qual foi designado é fundamental; acompanhamento que, ao comprovar a incompetência do parlamentar, certamente contribuirá para que ele não seja novamente eleito. Logo, algumas dessas conquistas, como a possibilidade da existência dos partidos e do parlamento, foram o resultado da luta organizada de outras gerações. A liberdade política e a possibilidade da organização em partidos são frutos de muita luta e reivindicação sociais, encabeçados por personagens (até mesmo anônimos) que enfrentaram a ditadura, a tortura, a prisão e o exílio.

Assim, não poder (ou não querer) contar com os partidos como mecanismos de discussão e mudança política é algo negativo para a própria democracia em nossos tempos, uma vez que esses instrumentos são partes integrantes do regime democrático. Da mesma forma, qualquer manifestação não articulada e sem a intensidade necessária, que possa se diluir no meio do caminho, apenas cria expectativas que talvez estejam mais próximas da frustração do que da realidade.


Paulo Silvino Ribeiro
Colaborador Brasil Escola
Bacharel em Ciências Sociais pela UNICAMP - Universidade Estadual de Campinas
Mestre em Sociologia pela UNESP - Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho"
Doutorando em Sociologia pela UNICAMP - Universidade Estadual de Campinas

Fonte: www.brasilescola.com

quarta-feira, 12 de junho de 2013

12 de Junho- Dia dos Namorados






Dia de São Valentim

O Dia de São Valentim, também conhecido como o Dia dos Namorados,
é uma data especial comemora por casais de várias partes do mundo,
onde se celebra o amor e a união das pessoas que se amam.
Dia de São Valentim nos Estados Unidos

Na Europa e Estados Unidos, a data é comemorada no dia 14 de fevereiro,

 porém no Brasil é comemorado no dia 12 de junho.


Nos lugares que comemoraram a data, é comum ver as lojas decoradas
com temas românticos, os casais saem para jantar, trocam presentes e cartões,
e declaram seu amor um pelo outro.

Origem do Dia de São Valentim

Diz a lenda que, na Idade Média, existia um bispo chamado Valentim
que lutou contra as ordens do imperador Cláudio II, que naquela época,
havia proibido o casamento durante as guerras, pois acreditava que
os solteiros eram melhores combatentes.

Valentim continuou celebrando casamentos, e até ele mesmo se casou secretamente,

 mesmo com as proibições. Valentim foi descoberto, preso
e condenado à morte, porém, enquanto estava preso, muitos jovens davam
flores e bilhetes dizendo que ainda acreditavam no amor.
Enquanto aguardava na prisão o cumprimento da sua sentença,
ele se apaixonou pela filha cega de um carcereiro e, milagrosamente,
devolveu-lhe a visão. Antes da execução, Valentim escreveu uma mensagem
de adeus para ela, na qual assinava como “Seu Namorado” ou “De seu Valentim”.




Á Todos um Feliz dia de Paz e Amor!
que voce sempre esteja apaixonado  por Voce!
pela Vida, pelas Artes, por Deus e por tudo que torna sua existência 
mais Feliz!








terça-feira, 26 de março de 2013

Páscoa com Moderação!




Ovos de Páscoa!

É possível saborear com moderação?



Nutricionista sugere que em datas especiais como a Páscoa as pessoas devem evitar devorar o chocolate de uma vez


Quem já se conscientizou sobre o excesso de calorias dos chocolates, tem outros motivos para exercitar a moderação, especialmente no que diz respeito aos ovos de Páscoa.

“É que os fabricantes abusam das quantidades de açúcar e gordura, altamente prejudiciais à saúde. O excesso desses dois ingredientes pode ser verificado em praticamente todas as marcas do mercado”, alerta Maria Vasconcelos, coordenadora do ProTeste, uma associação voltada para os interesses dos consumidores, que avaliou a qualidade dos produtos.

Com essas características, em vez de um alimento benéfico, o consumo do chocolate (especialmente na versão ovos de Páscoa) passa a configurar num problema, especialmente para crianças e adultos com algum tipo de restrição alimentar.

Maria Vasconcelos afirma que, como não existem regras para a rotulagem
 desses produtos, o ideal é mesmo praticar o difícil controle de quantidades na hora de comer.
A nutricionista Caroline Fernandes, do Instituto Mineiro de Endocrinologia,
afirma que, consumido com moderação, o chocolate não ameaça o controle de peso e nem vai fazer a pessoa ganhar quilinhos indesejáveis.

Para quem não quer engordar, portanto, ela indica como tamanho razoável um ovo de até 100 gramas, sem recheios ou acréscimos de ingredientes, tais
como castanhas e recheios trufados.

Ele não precisa ser diet, até porque, essa versão, devido ao excesso de gordura, costuma ser ainda mais calórica do que a convencional.
Como sugestão, ela recomenda dividir o ovo ao meio.
Uma metade pode ser degustada, em pequenas frações, na hora da sobremesa deste domingo. 



O restante deve ser partido em pequenos pedaços,
para serem degustados ao longo da semana.

Como cada grama de chocolate tem cinco calorias, ela afirma que é importante aprender a saboreá-lo, sobretudo em datas especiais, justamente para não comprometer todo o sacrifício feito por quem faz controle de peso.

 “Uma das qualidades que fazem do chocolate um alimento tão apreciado no mundo inteiro é exatamente o fato de ele ser sólido à temperatura ambiente e derreter quando em contato com a temperatura corporal, proporcionando o prazer gustativo.

Portanto, nada de devorar tudo de uma vez!
Coloque pequenos pedaços sobre a língua e deixe-os dissolver lentamente", ensina.

Outra dica é congelar os pedacinhos.
Assim, eles ficarão mais tempo na boca e a pessoa sentirá o gosto por mais tempo. Para não exceder no consumo, se fartando com os chocolates recebidos de familiares e amigos, ela recomenda não guardar os ovos para comer depois.

"Se você está em controle de peso, escolha um e doe os outros
para crianças carentes", sugere.



Fonte: Jornal Estado de Minas-2010





Depois da dica resta-me desejar uma 
Feliz Páscoa!
 

segunda-feira, 18 de março de 2013

Galeria Neugerriemschneider, de Berlim, traz obra de Pae White à SP-Arte




Galeria Neugerriemschneider, de Berlim,
traz obra de Pae White à SP-Arte




A berlinense Neugerriemschneider é uma das galerias internacionais confirmadas para a SP-Arte deste ano. Entre os trabalhos apresentados pelo espaço na feira brasileira está a obra Spearmint to Peppermint, da artista americana Pae White.

A obra explora a estética potencial de materiais mundanos e suas qualidades táteis em relação ao contraste de sua aparência visual.
As tapeçarias em grande escala são produzidas a partir de elementos como folhas de alumínio, papel, entres outros produtos, geralmente encontrados em seu atelier.
 O resultado é fotografado e, então, reproduzido em tecido.

Pae nasceu na Califórnia, nos Estados Unidos, e vive em Los Angeles.
Seus trabalhos já foram exibidos em locais como o Art Institute of Chicago;
o SITE Santa Fe, no Novo México; o Power Plant, em Toronto; e também em importantes mostras coletivas como a Bienal Whitney, em 2010; a 53º Bienal de Veneza, em 2009; e no Skulptur Projekte Münster, em 2007.





A SP-Arte acontece entre 4 e 7 de abril,
no Pavilhão da Bienal, no Parque Ibirapuera.


Equipe SP-Arte




sexta-feira, 1 de março de 2013


Alô, Dolly!
Um dos grandes clássicos da Broadway ganha nova montagem brasileira

 A adaptação do clássico da Broadway é protagonizada por Marília Pêra
e Miguel Falabella (Créditos: Divulgação)

Entre 02/03/2013 e 31/03/2013

Adaptação do clássico da Broadway, Alô, Dolly! estreia no dia 2 de março
no Teatro Bradesco. O elenco conta com a atriz Marília Pêra, que interpreta
a viúva casamenteira Dolly, e Miguel Falabella, que, além de dirigir o espetáculo,
vive um mal-humorado comerciante que recorre a Dolly para conseguir uma mulher.



Baseado na peça The Matchmarker, de Michael Stewart, e no musical da Broadway Hello Dolly!,
Alô, Dolly conta com 29 atores e uma orquestra com 16 integrantes.
Os cenários são de Renato Theobaldo e Beto Rolnik, enquanto os figurinos são assinados por Fause Haten. 


Informações

Datas: A partir de 2 de março de 2013
Horários: Quintas, às 21h; Sextas, às 21h30; Sábados, às 18h e 21h30;  
Domingos, às 18h
    Preços: R$20 a R$200

 Onde

Teatro Bradesco
Rua Turiassú, 2100, Bourbon Shopping São Paulo, 3° piso
Barra Funda - SP
Telefone(s):
(11) 3670-4100

Bom Entretenimento à Todos!
Edna MarS

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Homenagem ao 119.o Aniversário de Victor Brecheret






Homenagem ao 119.o Aniversário de Victor Brecheret

Victor Brecheret, escultor, tem um papel diferenciado e fundamental no Modernismo Brasileiro. Com Anita Malfatti, é figura importante do período heróico do Modernismo um pouco antes da Semana de 22.
Mas esta não é apenas a sua contribuição , ele se destaca nos anos 20 e 30 como artista da Escola de Paris e nas décadas de 40 e 50 no cenário artístico de São Paulo, com monumentos públicos, funerários e decorativos de fachadas na cidade, como o "Monumento às Bandeiras", hoje um dos símbolos da cidade.

Diferente dos artistas do nosso modernismo, Brecheret é de origem humilde. Imigrante italiano, órfão de mãe, veio para São Paulo, junto com seus tios maternos que o criaram.

A sua vocação para escultura se revela desde menino, quando amassa barro nas panelas da tia. Trabalha numa loja de calçados e à noite faz cursos técnicos no Liceu de Artes e Ofícios. Os tios com economias o enviam para Roma em 1913 para estudar escultura. Não sendo aceito na Academia de Belas Artes por falta de formação, entretanto é recebido como discípulo do mais famoso escultor italiano do momento, Arturo Dazzi.

Aprendendo a escultura através do processo do fazer, absorve as técnicas da modelagem e conhecimento da anatomia.


"Brecheret no atelier do Parque do Ibirapuera".
Destes gessos é que eram feitas as transposições para o granito.



Nesta época, recebe grande influência do escultor sérvio Ivan Mestrovic, quanto à expressividade, tensão, alongamentos e torsões das figuras. De 1916 e 1919 participa com destaque em mostras coletivas em Roma.

Em 1920 retorna a São Paulo e é "descoberto"pelos jovens modernistas. Extasiados diante de suas esculturas, torna-se um elemento polarizador do grupo. De fato o artista e sua obra inspira os personagens de romances de Osvald de Andradre e Menotti del Picchia. Ainda traduz para escultura os poemas de Guilherme de Almeida e Menotti. Celebrado como um gênio e influênciado pelo espírito nativista do grupo, realiza a primeira maquete do "Monumento às Bandeiras".Obra esta que foi finalizada quase duas décadas após sua concepção inicial.



Em 1921 com uma bolsa de estudos de escultura viaja à Paris, onde permanece por quase quinze anos com vindas ao Brasil. Em Paris participa de vários salões, intensa convivência com artistas como Leger e os brasileiros: Anita Malfatti, Tarsila do Amaral, Vicente do Rego Monteiro e Antonio Gomide. Modifica sua escultura adotando formas geometrisadas, lisas e luminosos. Brecheret torna-se um importante artista da Escola de Paris, tendo recebido o título de cavaleiro da legião de honra, e sua obra, "Grupo", para um museu.


"Brecheret esculpindo a Deusa da Primavera", em mármore de Carrara.
 Década de 30 (final).

Nos anos 20 como a maioria dos artistas da Escola de Paris, Brecheret está sensível a emergência no Art Déco que marcou a visualidade dos anos 20 tem seu ápice em 1925 com a Exposição Internacional das Artes Decorativas e Industriais Modernas.



"Tocadora de Alaúde". Bronze patinado.Década de 20 (final).

Alinhado a esta arte de vanguarda Brecheret foi bastante elogiado pela crítica.
Em Montparnase, Brecheret conviveu intensamente com Gomide e Vicente do Rego Monteiro, a exposição "Modernismo / Paris Anos 20. Vivências e Convivencias" mostra os elos entre os três artistas, tendo como parâmetro comum o Art Déco.

Fonte: USP

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Espetáculo Teatral- Camille e Rodin Vivo EnCena no MASP SP





Camille & Rodin


O espetáculo CAMILLE & RODIN traz aos palcos brasileiros a história de dois grandes escultores franceses, internacionalmente consagrados. De um lado, Camille Claudell, uma jovem intuitiva, dona de uma imaginação excepcional, uma mulher determinada que rompeu laços com sua classe social, com a moral vigente e com as normas de conduta bem aceitas em sua época para se tornar umas das grandes artistas de sua época. De outro, Auguste Rodin, um gênio já maduro, no auge de sua força criadora, um artista que soube representar, através de sua arte, as paixões humanas.

A peça retrata o encontro destes dois artistas de talento extraordinário na encantadora Paris no final do século XIX. Ao chegar á cidade, aos 19 anos, Camille se torna discípula de Rodin, e a única de seus colaboradores que se destaca e se projeta individualmente. Posa para ele, fascina-o com sua beleza e personalidade e, mesmo diante de sua extrema exigência, ele a consulta em tudo que faz. Em curto espaço de tempo, eles se apaixonam. Rodin abre-se ao lirismo e à sensualidade através de sua paixão por Camille, penetra no êxtase e na volúpia amorosa, na plena sensualidade que nunca mais irá abandonar sua obra. O diálogo amoroso se torna presente nas obras dos dois; trabalham juntos apaixonadamente. Mas Rodin, não é capaz de oficializar a união entre eles. Ser amante de um escultor famoso e muito mais velho acirra os preconceitos, Camille explode em crises nervosas, sentindo-se usada como mulher e artista. Essa relação de fusão entre amor e a arte, se desgasta até o rompimento definitivo que marca a vida e a obra de ambos para sempre.

Ao contar esta história de amor e arte que até hoje causa um encanto hipnótico e avassalador, Camille & Rodin também leva para o palco a obra desses artistas e revela o ambiente artístico e cultural do final do século XIX e início do século XX, levando o espectador a uma impactante e comovente viagem no tempo.

Classificação: 12 anos.

Meia Entrada: estudante, idoso, aposentado, professores da rede pública, funcionário Vivo e cliente Vivo.

Ponto de venda sem taxa de conveniência:
Bilheteria MASP - Grande Auditório de terça a domingo das 11:00 às 17:30hrs.
Quinta das 11:00 às 19:30hrs.

 Categoria: Teatro
Gênero: Romance
Local: MASP - Grande Auditório
Cidade: São Paulo/SP
País: Brasil
Endereço: Avenida Paulista, 1578 - Bela Vista
Cep: 01310-200

Fonte: Ingresso Rápido

sábado, 9 de fevereiro de 2013

Dicas na cidade para quem não gosta de Carnaval!




Não gosta de Carnaval? 
Saiba como aproveitar o feriadão em SP

Exposições, shows e peças infantis são alguns programas para quem quer distância da bagunça

 
Ai Weiwei: artista é uma das principais vozes dissidentes do regime chinês


Apesar de ser uma festa aguardada por muitos durante um ano, o Carnaval está longe de ser idolatrado por todos. Para quem não curte a folia e bagunça nas ruas, opções não faltam. Da estreia do filme "Tainá — A Origem" à exposição individual do artista chinês Ai Weiwei e passeios ao ar livre, São Paulo oferece um roteiro generoso para o feriado. Saiba como aproveitar os quatro dias e fugir do Carnaval em São Paulo.

EXPOSIÇÕES



A mostra dedicada ao artista chinês Ai Weiwei reúne 400 fotografias e vídeos. Além de séries conhecidas, como a que contesta o regime político da China, há imagens da juventude do artista dissidente em Nova York, assim como registros posteriores ao terremoto que arrasou a Província de Sichuan no ano de 2008.

MIS (Museu da Imagem e do Som)
Avenida Europa, 158, Jardim Europa – São Paulo. Telefone: (11) 2117-4777
Ingresso: R$ 6
Ter. a sex.: das 12h às 21h; sáb. e dom.: das 11h às 20h
Classificação: Não recomendado para menores de dez anos

Dreamland — Museu de Cera



A mostra no Mooca Plaza Shopping traz ao público estátuas de cera de astros pop como Madonna e Michael Jackson.  São 51 peças vindas de Gramado (RS). Além de personalidades estrangeiras como Elvis Presley, Paul McCartney, Lady Gaga e Barack Obama, há brasileiros como Pelé, Ayrton Senna e Neymar, além de personagens de filmes como Harry Potter, Jack Sparrow ("Piratas do Caribe") e Spock ("Jornada nas Estrelas").

Mooca Plaza Shopping (Teatro - Piso L2)
Rua Capitão Pacheco e Chaves, 313, Mooca - São Paulo. Telefone: (11) 2166-9700
Ingresso: R$ 40
Seg. a sex.: 14h às 22h; sáb.: 13h às 22h; dom. e feriados: 12h às 20h.
Classificação: Livre

“Será que foi, seu juiz?”

Alvo de xingamentos e ofensas, o árbitro de futebol é protagonista da exposição no Museu do Futebol, no Estádio do Pacaembu. A mostra temporária discute os diversos fatores que podem confundir os juízes na hora de apitar um lance no gramado.



Museu do Futebol
Praça Charles Miller, s/n, zona oeste – São Paulo. Telefone: (11) 3664-3848
Ingresso: R$ 6 (Às quintas-feiras, a entrada é gratuita)
Ter. a domingo, das 9h às 18h (bilheteria até 17h)
Classificação: Livre



TEATRO

Afogando em Terra Firme



A peça é inspirada no documentário "A Importância de Ser Famoso" (2003), de Piers Morgan e retrará pessoas que se tornam famosas sem terem realizado coisas significativas. A comédia mostra como essas figuras deixam de ser celebridades na mesma velocidade em que se tornaram. Com Bia Borin, Chris Couto, Eduardo Estrela. Direção: Eduardo Muniz

Novotel Jaraguá – Teatro
Rua Martins Fontes, 71, Centro – São Paulo. Telefone: (11) 3255-4380
Ingresso: R$ 50
Sex.: às 21h30; sáb.: às 21h; dom.: 19h
Classificação: Não recomendado para menores de 14 anos

A Noviça Mais Rebelde




A irmã Maria José convence a madre superiora a deixá-la fazer um show. No dia da apresentação, porém, algo inesperado acontece. Na comédia, números musicais e jogos interativos.

Espaço Cultural Santo Agostinho
Rua Apeninos, 118, Aclimação, Centro – São Paulo. Telefone: (11) 3209-4858
Ingresso: R$ 40
Sáb.: 20h; Dom: 19h30
Classificação: Não recomendado para menores de 12 anos

A Árvore Seca




Na peça, que utiliza a estética de cordel, a história de uma mulher do sertão nordestino que retira a felicidade, à força, de seu cotidiano.

Livraria Cultura - Conjunto Nacional - Teatro Eva Herz
Avenida Paulista, 2.073, Bela Vista, Centro – São Paulo. Telefone: (11) 3170-4059
Ingresso: R$ 50
Sáb.: 21h; dom.: 19h
Classificação: Não recomendado para menores de 12 anos



PARA CRIANÇAS

As Casas

A peça infantil conta a história de João e Antônio, dois vizinhos completamente diferentes: enquanto um é redondo, o outro é quadrado; um tem uma horta em casa, e o outro só quer saber se comida enlatada. Apesar das diferenças, ambos têm a mesma paixão: música e livros.

Sesc Santo André
Rua Tamarutaca, 302, Santo André. Telefone: (11) 4469-1200
Ingresso: De R$ 2 a R$ 8
Dom. (10/2): às 12h

A Bela Adormecida

No clássico de conto de fadas, uma princesa é amaldiçoada no dia de seu nascimento para que aos 15 anos de idade fure o dedo e entre em sono profundo. A única maneira de se livrar da maldição é receber um beijo de seu verdadeiro amor.

Teatro Folha
Avenida Higienópolis, 618, zona oeste – São Paulo. Tel.: (11) 3823-2323
Ingresso: De R$ 7 a R$ 14
Sáb. e dom: às 16h

Hopi Hari

O maior parque de diversões da América Latina preparou uma promoção para os quatro dias de Carnaval. O visitante que comprar passaportes antecipados poderá se divertir quantas vezes quiser entre os dias 9 e 12 de fevereiro. Entre as atrações disponíveis, as crianças poderão aproveitar a folia ao lado de personagens como Pernalonga, Patolino, Piu-Piu, Frajola, Coiote e Papa-Léguas.

Hopi Hari
Rodovia dos Bandeirantes, km 72 – Vinhedo. Telefone: (11) 4007-1134
Ingressos: R$ 112 para quatro dias (9 a 12 de fevereiro)


PASSEIOS

Festa da Uva e do Vinho de Vinhedo

A 52ª Festa da Uva e 4ª do Vinho de Vinhedo, que ocorre no Parque Municipal Jayme Ferragut, tem atrações como venda de frutas, roteiros turísticos, gastronomia, passeio motociclístico e shows gratuitos.

Parque Municipal Jayme Ferragut
Avenida Apparecida Tellau Seraphim, s/n – Vinhedo. Telefone: (19) 3876-4182/ 3876-1333
Qui. e sex: a partir das 18h; sáb. e dom.: às 10h. Seg. e ter. de Carnaval: às 18h
Entrada franca

Turismetrô pelo bairro da Liberdade

Passeio turístico que faz uso do metrô como meio de transporte e passa por restaurantes típicos, pelo Museu Histórico da Imigração Japonesa no Brasil, templos budistas e ruas do comércio. Um guia turístico acompanha o grupo e apresenta a história, cultura, arte e culinária tradicional.

Concentração na estação da Sé do metrô, centro – São Paulo
Dom.: às 14h
Ingresso: um bilhete de metrô, que custa R$ 3

Roteiro Niemeyer



Para quem quiser conhecer as obras de Oscar Niemeyer e outros importantes nomes da arquitetura moderna em São Paulo, o Turismetrô programa de roteiros turísticos e leva o público a obras projetadas por Niemeyer, como o Edifício Copan e o Memorial da América Latina. Além disso, revela outros importantes arquitetos, entre eles Franz Heep, criador do Edifício Itália, e Alfredo Mathias, que projetou a Galeria do Rock, no centro de São Paulo. O roteiro passa ainda pela Galeria Califórnia e pelos edifícios Esther, Eiffel e Louvre

Estação São Bento, centro, São Paulo
Sáb.: a partir das 14h (chegar com 30 minutos de antecedência)
Ingresso: dois bilhetes de metrô, que custam R$ 6 no total



PARQUES

Ibirapuera



Quem for ao parque pode correr, andar de skate, de patins, jogar basquete, vôlei, cartas, dominó, passear com cachorros e crianças, ou até mesmo ler um livro e relaxar na grama. O local oferece ainda visitas a pontos turísticos como o Museu de Arte Moderna, o Pavilhão da Bienal, o Pavilhão Japonês, o Planetário, a Oca e o Viveiro.

Avenida Pedro Álvares Cabral, s/n, Vila Mariana, zona sul – São Paulo. Telefone: (11) 5574-5177
Diariamente: das 5hs às 24hs
Entrada franca

Parque Villa Lobos

O espaço concentra 30 mil frequentadores aos domingos. Nele, piqueniques entre família ou comemorações de aniversários infantis inusitadas compõem o cenário de lazer ao lado de práticas esportivas como skate e longboard. O Orquidário Ruth Cardoso, que se tornou um cartão-postal do lugar, incrementa o passeio.

Avenida Professor Fonseca Rodrigues, 2001, Alto De Pinheiros, zona oeste – São Paulo. Telefone: (11) 3023-0316/ 3023-2229
Diariamente: das 6h às 18h (no horário de verão vai até 19h)
Entrada franca

Parque Estadual do Jaraguá

O parque, que fica a 800 metros da Estação Vila Clarice da CPTM, tem diversas trilhas que levam ao Pico do Jaraguá, o ponto mais alto da cidade de São Paulo. Lá, em um dia sem tanta poluição, é possível avistar um raio de 55 quilômetros.

Rua Antonio Cardoso Nogueira, 539 – Pirituba. Telefone: (11) 3943-5222
Diariamente: das 7h às 17h
Entrada franca



SHOWS

Grito Rock

O festival Grito Rock, que está em sua 11ª edição acontece como alternativa ao Carnaval tradicional. São três dias de apresentações com nomes da música brasileira, como Thiago Pethit e Edgar Scandurra.

Auditório Ibirapuera
Avenida Pedro Álvares Cabral, S/N - Portão 3 – Moema, zona sul - São Paulo. Telefone: (11) 3629-1075
Sex. (8/2): às 21h — Thiago Pethit convida Lobão, Cida Moreira e Michelli Provensi
Sáb. (9/2), às 21h — Grito pela Paz – espetáculo com Z’África Brasil, Veja Luz, Wesley Noog, Zinho Trindade. Versão Popular, Aderbal Ashogun, Luan Luando, Washington Gabriel, Sampa Masters, Grupo Odara, Baltazar, Binho, Marcus Pezão
Dom. (10/2): às 19h — Edgar Scandurra & Les Provocateurs convidam Wanderleia
Entrada franca

Mundo Livre S/A

O quinteto de Pernambuco que tem Fred04 à frente mostra seu trabalho mais recente: “Novas Lendas da Etnia Toshi Babaa” (2011). No repertório, sucessos do “Samba Esquema Noise” (1994), primeiro álbum da carreira do grupo expoente do mangue beat.

Sesc Santana
Avenida Luiz Dumont Villares, 579, Santana – zona norte - São Paulo. Telefone: (11) 2971-8700
Sáb. (9/2): 21h; dom. (10/2): 18h; seg. (11/2) e ter (12/2): 18h
Ingresso: R$ 16
Classificação: 18 anos

Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo



Sob a regência da jovem mexicana Alondra de la Parra, a Osesp executa clássicos de Beethoven, como "Abertura Leonora no 3, Op. 72" e "Sinfonia no 5 em Dó Menor, Op. 67".

Sala São Paulo
Praça Júlio Prestes, 16, Campos Elíseos, centro - São Paulo. Telefone: (11) 3223-3966
Ingresso: R$ 15
Sex. (8/2) e sáb. (9/2): às 19h30
Classificação: Não recomendado para menores de 7 anos



CINEMA

Tainá — A Origem

Tainá (Wiranu Tembé) fica órfã ainda bebê. Ela é criada pelo pajé Tigê (Gracindo Jr) e sonha em ser a primeira guerreira menina da aldeia. Ela conhece Laurinha (Beatriz Noskoski) e é grande amiga do índio Gobi (Igor Ozzy). Juntos, eles buscam informações da origem de Tainá e lutam contra Vitor (Guilherme Berenguer), um contrabandista de madeira que está por trás do desmatamento da floresta.

Os Miseráveis

Na França do século 19, o ex-prisioneiro Jean Valjean (Hugh Jackman) é perseguido há anos pelo implacável policial Javert (Russell Crowe), depois que ele violou sua liberdade condicional ao roubar os candelabros de prata da igreja. Anos depois, agora rico e com uma nova identidade, Valjean conhece Fantine (Anne Hathaway), uma de suas ex-funcionárias de sua fábrica, que implora a ele que cuide de sua filha Cosette (Isabelle Allen). O encontro entre os dois muda suas vidas para sempre.


Veja horários e salas de exibição:
http://www.cineclick.com.br/


Fonte: R7 Notícias

Bom Entretenimento à Todos!
Edna MarS

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Amado re-estréia no Teatro do Sesi-SP


Olá!Pessoal!
Depois de algum tempo sem postagens, cá estou  aqui novamente e desta vez, aproveitando a temporada de Teatros  com magníficos shows direcionados á arte e a cultura,que voce poderá encontrar na cidade de São Paulo!

Hoje a dica vai para Instituto Brincante



Sucesso de público em sua temporada 2012, o espetáculo juvenil Amado, prestigiado por mais de 16 mil pessoas, volta ao palco do Teatro do SESI-SP
 para sete apresentações.

A montagem é uma homenagem a um escritor que soube, magnificamente,
 traduzir a alma coletiva do povo brasileiro.

Nove artistas do Instituto Bricante reinventam personagens e conflitos das obras de Jorge Amado




Prestigiado por mais de 16 mil pessoas em 2012, o espetáculo juvenil Amado volta ao palco do Teatro do Sesi-SP para sete apresentações gratuitas a partir de quarta-feira (30/01), às 21h.

Primeira peça criada pelo Instituto Brincante, a montagem é encenada por integrantes da instituição e tem consultoria artística de Antonio Nóbrega e direção e roteiro de Rosane Almeida. Em breve, ganhará versão cinematográfica.

Inspirada na obra de Jorge Amado, a peça não só traduz a obra do autor baiano para o teatro, mas também a maneira como ele criou suas histórias e personagens. Com canções interpretadas ao vivo e performances de dança, o espetáculo é uma grande festa. No elenco estão nove artistas (professores e ex-alunos do Instituto Brincante) com rigorosa formação em dança, música, circo e teatro, e uma visão lúdica do fazer artístico.

Variadas formas de amor

Seguindo o modelo dos espetáculos populares, as linguagens artísticas (canto, dança, teatro e circo) dialogam para refletir um tema central: o amor. A peça retrata diversos personagens encontrados na obra de Jorge Amado, dando destaque às variadas formas de amor com as quais o autor contextualizou esses personagens, como o amor pela cachaça e pelo jogo encontrado em Vadinho (Dona Flor e Seus Dois Maridos); o amor pela confusão e pela briga, característicos de Baldo (Jubiabá); ou o amor pelo sonho de Vasco Moscoso (O Capitão de Longo Curso).



Amado se propõe a compreender as inspirações do autor baiano e a utilizá-las em todas as formas de linguagem possíveis no palco. Os desfiles de tipos populares, a ênfase no Brasil mestiço, o humor e a beleza do povo brasileiro são alguns dos elementos utilizados em cena e reunidos em vários esquetes contados de maneiras diferentes.

Rosane Almeida, que assina o roteiro e a montagem de Amado, buscou estreitar o universo de afinidades entre a obra de Jorge Amado, sobretudo de seus personagens, e os elementos e contextos da cultura popular brasileira, grande fonte de pesquisa e inspiração para o Instituto Brincante no desenvolvimento e na formação de artistas brasileiros.

Música e poesia

A trilha sonora de Amado, formada por composições e arranjos autorais do elenco, é uma síntese dos ritmos brasileiros e explora o melhor da música instrumental do país. As letras transmitem poeticamente as passagens mais significativas da obra de Jorge Amado e as canções são interpretadas ao vivo.

Segundo a diretora Rosane Almeida, montar um espetáculo em homenagem aos 100 anos de Jorge Amado foi um presente para o Instituto Brincante. “Desde sua origem, o Brincante tem se caracterizado como um local de estudo e reinterpretação de uma generosa cultura que vêm subsidiando trabalhos inovadores de educação”, finaliza a diretora.

Ficha técnica

Direção e roteiro: Rosane Almeida
Texto: Marcelino Freire em colaboração com Luan Maitan e elenco
Assistente de direção: Antônio Meira
Direção musical: Leonardo Gorosito
Consultoria artística: Antonio Nóbrega
Elenco: Alencar Martins, Antônio Meira, Carla Passos, Cristiano Meireles, Fláira Ferro, Flora Popovic, Leonardo Gorosito, Rosane Almeida e Saulo Bortoloso
Produção executiva: Fernanda Assis

Serviço

Espetáculo Amado
Local: Teatro do Sesi São Paulo (Av. Paulista, 1313, Metrô Trianon-Masp).
Apresentações:
30 e 31 de janeiro (quarta e quinta-feira, às 21h); 1º, 2 e 3 de fevereiro
 (sexta-feira e sábado, às 21h; e domingo, às 19h30); e 6 e 7 de fevereiro (quarta e quinta-feira, às 21h)
Agendamentos escolares e de grupos: de segunda a sexta-feira, das 10h às 13h e das 14h às 17h, pelo telefone (11) 3146-7439
Capacidade: 456 lugares
Duração: 75 minutos
Classificação indicativa: livre
Informações: (11) 3146-7405

Entrada franca
– a distribuição dos ingressos tem início a partir da abertura da bilheteria, no dia do evento.
Podem ser retirados dois ingressos por pessoa
Horário de funcionamento da bilheteria: de quarta a sábado, das 12h às 20h30; e aos domingos,
 das 11h às 20h.

Leia mais

Acompanhe a programação cultural do Sesi-SP no site:
www.sesisp.org.br/cultura


Fonte: SESI-SP Cultura
Fiesp

Bom entretenimento  à Todos!


segunda-feira, 30 de julho de 2012

Exposição em São Paulo


Exposição - O Ateliê de Oswaldo Goeldi

Acontece até 19 de agosto de 2012A exposição remonta seu espaço de criação no Rio de Janeiro, exibindo instrumentos de trabalho e objetos pessoais.

Endereço:
MAM:
 Museu de Arte Moderna:
Av. Pedro Álvarez Cabral, s/nº, portão 3, Ibirapuera 150; São Paulo
Horário: 5ª a sábado, das 10 às 17h30
Telefone: (11) 5085 1300
Entrada: R$5,50
(Entrada franca aos domingos, para menores de 10 anos e maiores de 65 anos).

Site oficial: www.mam.org.br
Fonte: FEAMBRA

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Exposição Poética do Urbano na Cidade de São Paulo




SP é retratada em exposição de fotos sobre cenários urbanos 'Poética do urbano' 
mostra trechos da Av. 23 de Maio e da 25 de Março.
Imagens ficarão expostas até o dia 26 de julho em espaço na Zona Sul.
A fotógrafa retratou cenários tipicamente urbanos de diversas cidades do mundo, inclusive São Paulo.

A cidade de São Paulo está sendo  retratada desde o dia (2) segunda-feira, sob o olhar da fotógrafa paulistana Priscila Malta na exposição “Poética do urbano”, no Club Transatlântico, na Chácara Santo Antônio, Zona Sul da capital.
A exposição é composta por 14 fotos de diversas cidades do mundo, como Berlim, Londres, Miami, 
Los Angeles e a capital paulista.
As fotos ficarão em exibição até 26 de julho de 2012.

As imagens da exposição foram feitas em uma jornada de viagens feita pela fotógrafa em um período de um ano. Todas retratam cenários tipicamente urbanos, como a Avenida 23 de Maio e a Rua 25 de Março, 
em São Paulo.
O trabalho é marcado pelo estudo de placas e seus dizeres,
bem como o cotidiano das vias públicas.
A Rua 25 de Março também foi retratada pela fotógrafa paulistana:


Exposição Poética do Urbano

Quando: de 2 a 26 de julho
Horário: de segunda a sexta, das 9h às 22h.
Onde: Club Transatlântico – Rua José Guerra, 130, Chácara Santo Antônio
Telefone: (11) 2133 8600/ (11) 2133 8697
Entrada franca

Fonte: G1

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Aniversário do Pai da Aviação- Alberto Santos Dumont


 Santos Dumont comemoraria hoje 139 anos.

O Google está homenageando este grande gênio com o doodle acima na sua página inicial de buscas. Naturalmente o doodle aparece apenas para o Google Brasil, já que os norte-americanos adoram afirmar que foram os irmãos Wright que inventaram o avião.

Criar uma máquina “mais pesada que o ar” que pode decolar e voar sozinha não é um feito qualquer. E Santos Dumont foi indubitavelmente o primeiro a realizá-lo já que a máquina voadora original dos irmãos Wright foi em realidade catapultada já que não conseguia decolar por si só.

O mais curioso é que desde o 14 Bis apenas recentemente foi descoberto a causa real pela qual os aviões conseguem voar…


Santos Dumont também foi quem popularizou os relógios de pulso entre os homens. Ele era grande amigo do famoso relojoeiro Louis Cartier e reclamou para o mesmo que tinha muita dificuldade em cronometrar os voos de suas máquinas malucas usando relógios de bolso ao mesmo tempo que as pilotava. Cartier em seguida o presenteou com um relógio de pulso com pulseira de couro com o qual cronometrava seus recordes voadores.

Em 1908 Santos Dumont foi diagnosticado com esclerose múltipla e não era mais capaz de dirigir ou pilotar suas invenções e a doença o levou a uma profunda depressão. De certa maneira podemos dizer que sua invenção também foi, de certa maneira, a causa de sua morte. Suicidou-se aos 59 anos de idade possivelmente por haver avistado os aviões de Getúlio Vargas a caminho de um ataque contra a Revolução Constitucionalista no Campo de Marte em 23 de julho de 1932.

Para saber mais sobre a vida e obra deste grande homem leia este artigo da Wikipédia sobre Santos Dumont.

Fonte: http://hypescience.com/santos-dumont/


Veja Também:

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Edna MarS"